Gestão de tempo – Mito ou realidade

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As pessoas bem sucedidas entendem que o tempo é o bem mais precioso da face da terra e sabem para onde vai o seu tempo. Analisam constantemente onde colocam a sua atenção e questionam-se permanentemente: “Estou a utilizar o meu tempo da melhor modo possível”, refere Jonh Maxwell no livro de ouro sobre a liderança, citando o pai da administração moderna, Pecter Drucker que terá dito que, “nada define tanto os executivos bem sucedidos quanto o cuidado e zelo pelo tempo”.

“ Liderança resolve e gestão prioriza”, diz o autor Stephen Covey, no seu livro “Os 7 Hábitos de Pessoas Altamente Eficazes”, ilustrando a estreita relação entre a gestão e a liderança. Para este autor, o que faz com que uma pessoa tenha sucesso é priorizar o que é mais importante a cada momento.

Isso coloca a gestão de tempo na esfera do mito. Segundo Cristian Barbosa, autor do Triad do tempo, faça o que fizermos, o relógio não pára. Os dias continuam a ter 24 horas, 1440 minutos e 86400 segundos. Se há alguma coisa a gerir, dizem estes autores, somos nós como pessoas, ” AS NOSSAS PRIORIDADES”. Para isso torna-se necessário mudar as nossas atitudes, hábitos e comportamentos, pois estes sim, somos capazes de gerir.

É fundamental perceber se as nossas ações estão a contribuir para o nosso objetivo e missão ou não. É isso que os mestres da produtividade chamam de produzir em vez de ocupar-se. Jerónimo Theml no seu livro “Produtividade Para Quem Quer Tempo”, assume que a diferença é mesmo isso. Se as coisas que estamos a fazer não nos levam na direção do que queremos então estamos a nos ocupar em vez de produzir, defende o auto, frisando que, a longo prazo, isso irá nos transformar em gestoras de crise, escravas dos problemas o que nos leva a conseguir os resultados sob grande stress e sempre a ultima hora, como se fossemos bombeiros.

Todos nós conhecemos certamente pessoas que se gabam de funcionar sobre pressão. Os autores da temática afirmam que se trata de pessoas que tratam o tempo como algo elástico, criando ilusões de que conseguem fazer muito mais naquele espaço. Isso faz com que assuntos não prioritários comandam as suas agendas e só despertam perante situações de deadline, que gera stress, o que é prejudicial para a saúde da própria pessoa e do ambiente relacional.

No livro de ouro sobre a liderança, John Maxwell trás uma comparação do dia com uma mala de viagem. Imaginamos duas pessoas com uma mala de cabine do mesmo tamanho. Uma consegue colocar tudo que é necessário e ainda sobra o espaço enquanto outra tem muita tralha por colocar que precisaria mais duas ou três malas daquele tamanho. A diferença está claro na sabedoria com a qual cada cada uma dessas pessoas arruma a mala, com base naquilo que realmente é importante e nada mais.

Se és daquelas pessoas que achas que o dia precisava ter mais de que 24 horas ou que precisas de mais tempo para conseguires alcançar os teus objetivos mais importantes, ou mesmo que assume que não está onde gostaria de estar por não ter tempo suficiente, então desafio-te a colocar esta questão à tua pessoa: “como ando a arrumar a mala do meu dia?” “O que estou a colocar nela, que se eliminasse não faria falta nenhuma no final do dia?”.

A seguir, peço te que vivências a pergunta a caminho da resposta. É um convite da metodologia Dragon Dreamings.

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